Quando selei meus olhos e me banhei em suor frio, sonhei com tua voz pinicando meus ouvidos.
(Então me diga para acordar e parar de colocar minha cabeça para funcionar. Pois sonho para acordar)
Lá no infinito, brinquei de ser deus, vomitando estrelas tão pontudas que chegaram a cortar minha garganta, regurgitei até formar constelações.
(Acordo para sonhar e sofro com os olhos bem abertos, dias sem dormir até cansar)
Passando madrugadas, virando poeta, fazendo meu braço papel e a navalha, caneta gostosa de se usar. Dissipando a dor em palavras, frases e parágrafor inteiros. Escrevo minha história, rabisco os erros, até anestesiar.
E continuei dormindo acordada.
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